Turismo Nacional Super

Turismo Nacional Super

Turismo Nacional Super

A Turismo Nacional, inicialmente denominada como Campeonato Brasileiro de Turismo 1600,  foi criada em 2017 para substituir o Festival Brasileiro de Turismo Nacional, realizado uma vez por ano e reunindo os principais pilotos dos Campeonatos Regionais, o título era decidido após 3 provas. Em 2016 após a Realização do Festival Brasileiro em Curvelo/MG o empresário Angelo Corrêa em conversas com algumas equipes e pilotos que demonstraram interesse na realização de um verdadeiro campeonato brasileiro obteve o aval da CBA - Confederação Brasileira de Automobilismo para realizar o então Campeonato Brasileiro de Turismo 1600 em 2017, com o intuito de incentivar o retorno da categoria, na primeira temporada, a CBA isentou o campeonato de todas as taxas convencionais. “Essa categoria é uma das raízes do automobilismo. Ela é a base da pirâmide das categorias de turismo. Sempre atraiu grande interesse de pilotos e de apaixonados pelo esporte e, também, tem uma enorme importância para o desenvolvimento dos pilotos de turismo. Além disso, haverá um custo muito baixo para a disputa do campeonato”, destacou Waldner Bernardo, presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo ao conceder a homologação do Campeonato Brasileiro de Turismo 1600.

Inspirado também pelo Campeonato Brasileiro de Marcas e Pilotos (Copa Shell) disputado entre 1983 e 1994 na sua primeira fase, e também pelo Turismo Nacional Argentino, ambas as categorias conhecidas pelas disputas acirradas, por grids com mais de 50 carros e financeiramente acessível, o campeonato foi criado com a missão de reviver o que até hoje é considerado como o verdadeiro Campeonato Brasileiro de Marcas e Pilotos, disputado com carros 1.6 fabricados no Mercosul, exatamente iguais aos encontrados nas ruas, apenas com modificações visando melhor performance e maior segurança, a Turismo Nacional objetiva que tanto o consumidor quanto o fã de automobilismo, tenham o prazer de prestigiar e torcer por sua montadora favorita, acompanhando a disputa de carros iguais aos seus.

A primeira etapa aconteceu em Cascavel, no Paraná, no dia 28 de maio de 2017, com transmissão ao vivo pela CATVE, pela E-Paraná, e pelo Youtube, onde teve mais de 60 mil visualizações em sua estréia.

A primeira das seis etapas daquele ano, contou com um grid de 28 carros, sendo alguns participantes de outros campeonatos regionais. A média de carros no grid daquele ano, foi de 22 carros por etapa.

Em 2018, já com os regulamentos unificados e com um projeto para a renovação do grid, o campeonato passou a se chamar Turismo Nacional contando com uma divisão de “classes” para os carros:

• Classe 1: Carros novos com menos de 3 anos de mercado;

• Classe 2: Carros mais antigos, com mais de 3 anos de mercado.

E de categorias para os pilotos (conforme cédula desportiva, experiência e currículo):

• Categoria B: (Cédula desportiva PGC-B ou PC) – Pilotos iniciantes e com menor experiência;

Categoria A: (PGC-A ou PGC-B) – Pilotos com mais experiência que os da Categoria B;

Outra novidade é que as 2 provas de 30 minutos foram substituídas por 4 provas de 20 minutos, com inversão de grid, o que passou a dar mais emoção nas provas.

Em 2018, nas 6 Etapas realizadas, uma média de 13 carros da Classe 1 e 20 carros na Classe 2.

Em 2019, a renovação da frota foi vista com tanto entusiasmo por pilotos e equipes, a Classe 1 passou dos 13 carros em média (2018) para 39 carros em média, ao passo que a Classe 2 praticamente manteve a mesma média 20 carros em 2018 para 19 carros em 2019. A novidade foi a criação da Categoria Super, para os pilotos com maior experiência que os da Categoria A, ficando assim divididas as categorias:

• Categoria B: (Cédula desportiva PGC-B ou PC) – Pilotos iniciantes e com menor experiência;

Categoria A: (PGC-A ou PGC-B) – Pilotos com mais experiência que os da Categoria B;

• Categoria Super (PGC-A ou PGC-B + análise de currículo) – Pilotos com maior experiência e/ou com currículo com mais provas realizadas.

Em 2020, com o entusiasmo de todos em montar carros modernos a Classe 2 deixou de existir, influenciando ainda, os campeonatos regionais a renovarem suas frotas, a média de 39 carros de 2019 passou a 55 carros em 2020, em plena Pandemia.

Em 2021 uma nova história começa a ser escrita, novamente com o apoio da Confederação Brasileira de Automobilismo através do seu Presidente Giovanni Guerra houve a incorporação da Turismo Nacional pela VICAR, organizadora da Stock Car, fazendo parte do maior evento do Automobilismo Brasileiro, já na 1ª Etapa, realizada em Interlagos foram 66 carros, de 10 marcas diferentes, 15 modelos diferentes, 77 pilotos de 12 Estados do Brasil.

As marcas presentes no evento: Volkswagen, Fiat, Chevrolet, Ford, Peugeot, Citroën, Hyundai, Toyota, Renault e Nissan.

Os modelos de carros: Onix, Mobi, New Ka, Uno, Argo, 208, C3, HB20, Etios, New Onix, March, Sandero e Kwid.